Aditivos Alimentares

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As vezes as pessoas (principalmente minhas amigas com filhos!rs) falam que sou chata ao restringir alguns alimentos da dieta do Antônio.  Bom, sempre que posso opto por alimentos orgânicos e sem aditivos químicos! Mas por que isso? Bom, vamos esclarecer então, tento ao máximo evitar o consumo de aditivos alimentares. Mas o que é isso?!

Os alimentos trazem inúmeros perigos com eles. Os mais comuns e mais graves são os nutricionais, causados pelo excesso ou pela falta de alimento, levando respectivamente à obesidade e à desnutrição. Mas ainda há riscos de contaminação por micróbios, metais e pesticidas, ou a presença de toxinas naturais. Por último, surgem os aditivos alimentares que, por definição, são substâncias dotadas ou não de poder alimentício que são adicionadas aos alimentos com finalidades tecnológicas na manufatura, processamento, preparação, tratamento, embalagem, transporte e armazenamento.

A ANVISA registra cerca de 250 “aditivos utilizados segundo boas práticas de fabricação”. Porém, há mais de 3 mil aprovados pelo FDA (Food and Drug Admnistration), além de outros 20 mil que são classificados como GRAS (“geralmente reconhecidos como seguros”). É bom lembrar que os aditivos constituem a menor parte dos alimentos, ao contrário dos medicamentos – onde os aditivos são os componentes principais.

Vários mecanismos influenciam nas reações aos aditivos alimentares: tóxicos, farmacológicos, químicos, psicológicos e imunológicos. Dos últimos, há relatos de reações alérgicas aos conservantes bissulfito, parabens e tartrazina, mas são muito raras. Há um grande número de manifestações clínicas, porém é bom lembrar que a relação causa-efeito não foi bem determinada para a maioria.

Deve-se suspeitar de reação adversa aos aditivos alimentares quando um paciente tem uma história de reações a vários alimentos industrializados que não sejam relacionados entre si, ou quando um paciente reage a algum alimento comercialmente preparado, mas não tem reação ao mesmo alimento quando preparado em casa. Estas são situações que ocorrem raramente na prática diária de um consultório de alergia.

Antes de sua aprovação para uso, os aditivos alimentares são substâncias avaliadas cientificamente e com rigor. Estima-se que o homem consome cerca de 70 kg de aditivos alimentares por ano e a maioria dos profissionais da saúde não os conhece. O número de aditivos alimentares implicados em reações adversas é muito pequeno, considerando a frequência de sua utilização.

Graças ao controle rigoroso, os aditivos alimentares podem ser considerados seguros e contribuem para o suprimento de alimentos. Mas é claro que uma dieta totalmente composta por alimentos naturais seria ideal. É por isso, que adoro tanto os alimentos orgânicos!!! 🙂

Fonte: site conversando com o pediatra

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Deixe seu filho se servir!!!!

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No último final de semana, tive uma grande e grata surpresa: meu pequeno já está conseguindo começar a comer sozinho!!! Coisinha mais linda da mamãe!!!

Aqui em casa, desde pequeno, sempre estimulei ele a pegar os alimentos com as mãos. Lógico que faz muita sujeira, mas para a criança é ótimo! Ela sente a textura, cheiro e sabor, tudo por ela mesma. E agora que ele está maior, acaba escolhendo os alimentos que gosta. Isto é ótimo para a criança!

Desde que comecei com os alimentos sólidos, nunca forcei o Antônio a comer mais do que ele queira. Cada criança tem seu limite. Ela, diferente de um adulto, não come porque tem vontade, e sim por necessidade.

Conforme ele for crescendo, ele vai começar a ter mais autonomia, e conseguirá montar seu próprio prato. Isto, segundo um novo estudo de Pesquisadores da Universidade de Ilinois (EUA) é ótimo e acaba prevenindo a obesidade no futuro.

Segundo a pesquisa feita, entregar o prato pronto para seu filho comer, com as quantidades que você acha necessárias de cada alimento, pode trazer tanto prejuízo para a saúde dele quanto deixar a televisão ligada durante as refeições.  A falta de autonomia das crianças frente ao que e quanto querem comer pode levar a um desequilíbrio calórico no futuro.

Depois de analisar os costumes alimentares de meninos e meninas de 2 a 5 anos, em 118 instituições infantis, os estudiosos perceberam que colocar as tigelas na mesa, permitindo que eles próprios se sirvam, permite que reflitam sobre suas preferências e os tamanhos das porções que necessitam para se sentirem satisfeitos. Esse ato simples de escolha, que está ligado ao desenvolvimento da noção de limites, pode prevenir exageros que estão por trás da obesidade.

Portanto mamães e papais, não se preocupem tanto com a sujeira. Deixem seus filhos experimentar e saborear novos alimentos. Sujou?! Nada que uma boa água com sabão não resolva!!!

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Mais Frutas na Gravidez

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Quando estava grávida, tês coisas me davam água na boca: frutas (quaisquer uma), feijão e água. Adorava comer frutas! Mas fiquei muito triste em saber que, a maioria das grávidas brasileiras, não consome a quantidade correta de frutas ao dia! Embora todas elas se desdobrem para melhorar a alimentação e manter o bebê bem nutrido, uma nova pesquisa da USP de Ribeirão Preto constatou que os esforços das futuras mamães brasileiras não tem sido suficientes. Depois de avaliar 282 gestantes, a nutricionista Daniela Zuccolotto, contabilizou uma média de 207 gramas de frutas e hortaliças por dia, praticamente metade do que é recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que são 400 gramas. Para atingir a quantidade adequada, são necessárias cinco porções diárias de frutas, legumes e verduras variados – algumas estratégias tornam essa meta perfeitamente possível. “Como os itens frescos são perecíveis, o ideal é que a mulher se programe para fazer compras semanais e higienize os alimentos assim que chegar em casa, deixando-os disponíveis em uma bandeja ou recipiente na geladeira”, aconselha Daniela. Segundo ela, maçã, pera, banana, pêssego, uva e morango são opções práticas para compor os lanches. Para quem faz as refeições em restaurantes, a dica é se servir antes de salada, preenchendo, pelo menos, a metade do prato. Por isso futuras mamães, vamos comer mais frutas, legumes e verduras. Nada muito caro, podem ser todos de época, mas o importante é consumí-los diariamente!!!

Dicas de alguns alimentos orgânicos!!!

Olá pessoal!!! Como falo sempre de alimentos orgânicos resolvi dar algumas dicas de alguns alimentos que sempre uso aqui em casa!!!

Espero que gostem!!!

Esses cookies compro para que meu pequeno leve de lanche da tarde na escola!native_organico_sabor_chocolate 24471ec6ad1df9013466f9d167fce719

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Esses são salgadinhos para substituir aqueles de supermercado!!! Meu pequeno ainda nem sabe o que é isso, mas como nutricionista, sempre experimento os produtos novos para indicar para os pacientes. Esses são muito gostosos!!!

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Os lanchinhos pra eu levar para o trabalho geralmente são esses abaixo. Pacotinhos de frutas secas, castanhas, gergelim!!! O que mais gosto é o roxo, com açaí!!!

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O médico do Antônio, que é homeopata, indicou pra gente essa marca de frangos pra gente. Desde então só uso eles aqui em casa. O sabor é super parecido com o do frango caipira, a textura da carne também!!! Os ovos ainda não experimentei!!!

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E por último, as papinhas. Essa empresa faz papinhas doces e salgadas e também carnes e legumes. São ótimos e super práticos para uma emergência!!! Muito melhores que aqueles de prateleira cheio de conservantes!!!

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Imagens: google

Bom, bonito e…sustentável!!!

Gente conheci uma revista que amei: Guia de Hortas, da editora On Line! E ela trouxe uma matéria sobre orgânicos! Achei tão legal que resolvi dividir com vocês! Beijos

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O custo da melhoria do quesito comodidade é refletido em diversos estudos que verificam que o ganho no visual compromete a qualidade nutritiva dos alimentos assim como a segurança da saúde do consumidor.

De acordo com a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e o Ministério da Saúde, a segunda maior causa de intoxicação no Brasil é por agrotóxico, perdendo apenas para os medicamentos. Com a crescente atenção atribuída a este assunto, o cultivo de alimentos orgânicos ganha espaço no mercado e notoriedade de autoridades do ramo da saúde.

O que são alimentos orgânicos?

Além de serem produzidos sem agrotóxicos, contêm o toque de desenvolvimento sustentável aplicado desde sua produção observando o cuidado com o equilíbrio do solo e recursos naturais, retirando o produto da terra da forma mais natural possível.

Por serem cultivados à moda antiga, a aparência dos orgânicos não é tão favorecida; por outro lado, seu sabor e seu aroma conservam as lembranças dos tempos idos, em que o gosto da fruta não se curvava em detrimento da perfeição de suas formas.

Por que os alimentos orgânicos são mais caros?

A utilização dos agrotóxicos interfere desde na produtividade da terra até no controle de pragas, ocasionalmente em menores perdas na colheita de produtos não orgânicos. Além disso, a mão de obra é bem menor do que exigido para cultivar manualmente produtos cem por cento naturais, diminuindo o custo a ser repassado aos preços. Por fim, a agricultura orgânica não conta com a mecanização e produção de larga escala por ser uma atividade de pequenos produtores. Portanto, é essencial o suporte a este segmento ainda com um mercado muitas vezes confundido com o internacional.

Como reconhecer um alimento orgânico?

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Conforme a legislação brasileira, o consumidor reconhece o produto orgânico por meio do selo brasileiro ou pela declaração de cadastro do produtos orgânico familiar. Todo produto orgânico tem que apresentar o selo em seu rótulo.

Imagens: google

Fonte: revista Guia de Horta, ano 8 número 8.

Exercício durante a Gravidez

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Durante minha gravidez, depois que fui liberada pela minha obstetra, comecei a fazer hidroginástica. Estava preocupada com o ganho de peso, já que seu excesso não é bom tanto para mãe quanto para o bebê.

Lendo a revista Crescer de fevereiro/14 fiquei ainda mais contente por ter feito atividade física durante minha gestação! Sabe por que???

Pesquisadores da Universidade de Montreal (Canadá) depois de monitorar, por meio de eletrodos, a atividade cerebral de 18 recém-nascidos, entre 8 e 12 dias após o nascimento. Os filhos de mulheres que praticavam exercícios MODERADOS na gestação, durante 20 minutos, 3 vezes por semana, apresentaram a resposta cognitiva mais madura a estímulos auditivos do que os bebês de grávidas sedentárias.

“Uma das hipóteses é que, ao aumentar i fluxo sanguíneo para a placenta, melhorando a oxigenação do bebê, os neurônios e a conexão entre eles seriam favorecidos”, isto segundo a médica do esporte Ana Lúcia de Sá Pinto, da USP.

Portanto gravidinhas, vamos deixar o sedentarismo de lado e começar logo uma caminhada regular, uma natação, uma hidroginástica…

Dificuldades impostas pela obesidade nas crianças

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Dificuldades impostas pela obesidade nas crianças

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Michigan (EUA) apontou que crianças obesas têm 60% a mais de chances de sofrer bullying. Entendemos bullying como o poder ou a força para intimidar, excluir, humilhar, não dar atenção, fazer pouco caso e perseguir os outros. E sempre existe uma clara diferença entre o mais forte e o mais fraco.

Quando se associa obesidade infantil com o bullying, o intuito do agressor é ridicularizar determinadas características da outra pessoa. Um exemplo comum é apelidar o companheiro com palavras que fazem alusão ao excesso de peso.

Um dos principais motivos dos adolescentes buscar a cirurgia bariátrica, como forma de perder peso, está associado ao bullying. Todavia, a legislação brasileira só permite a cirurgia após os 16 anos.

Umas das principais dificuldades que a criança ou adolescente obeso encontra no seu dia a dia, são: enfrentar brincadeiras de seus colegas relacionadas ao seu peso corporal, o que causa estresse psicológico intenso e piora da autoestima; isolamento social, redução considerável da capacidade de fazer amigos, de aproveitar as oportunidades e praticar atividade física em grupos, com o consequente aumento do consumo de alimentos; depressão, que pode ocorrer como causa ou consequência da obesidade na infância e adolescência.

Um tratamento adequado é imprescindível para a saúde física e mental dessa criança ou adolescente, os pais ou responsáveis devem leva-los para fazer o tratamento, pois antes do bullying entrar em cena, o excesso de peso já compromete toda a saúde da criança, não proporcionando a ela uma vida normal.

Sabe-se que os tratamentos não fazem ninguém perder peso da noite para o dia. Por isso, enquanto a criança tiver que conviver com o excesso de peso, é importante conversar com ela a respeito do bullying e deixar claro o que é, como funciona e que é uma fase passageira. É importante que a criança saiba que o motivo para o emagrecimento é a sua saúde e não a aceitação de seus colegas. Ensinar a agir com naturalidade e bom humor diante das piadas são outras formas de amenizar a situação.

Outro fator necessário é o contato com os professores para saber o comportamento e a interação dos filhos com os colegas, pois muitas crianças optam por esconder o problema. Portanto, todos os envolvidos (familiares e professores) devem estar atentos ao que ocorre com ela e qual é sua habilidade de enfrentamento do bullying, o que acarreta muitos danos para saúde mental na infância.

 

 

Sabrina Gallo

Psicóloga Especialista em Terapia Comportamental Cognitiva

Mestre em Psicologia Clinica