Açaí

Uma fruta que adoramos aqui em casa é o açaí. Sempre tenho um pote no freezer para uma refeição rápida. E meu pequeno não podia ser diferente!!!rs Comprei outro dia um suco de açaí e ele adorou!!!

açai

Hoje em dia, o açaí é cultivado não só na Região Amazônica, mas em diversos outros estados brasileiros, sendo introduzido no resto do mercado nacional durante os anos oitenta e noventa. O estado do Amazonas e Pará, no Brasil, são os maiores produtores da fruta, sendo juntos, responsáveis por mais de 85% da produção mundial. O açaí é considerado, por muitos, uma iguaria exótica, sendo apreciada em várias regiões do Brasil e do mundo. A árvore que produz o açaí chama-se açaízeiro.

O açaí pode ser consumido de diversas formas: sucos, doces, sorvetes e geléias. Atualmente é muito consumido o açaí na tigela, onde a polpa é acompanhada de frutas e até mesmo de outros alimentos. Na região amazônica, a polpa do açaí é muito consumida com farinha de mandioca ou tapioca. Para ser consumido, o açaí deve ser primeiramente despolpado em máquina própria ou amassado manualmente (depois de ficar de molho na água), para que a polpa se solte e, misturada com água, se transforme em um suco grosso também conhecido como vinho do açaí.

Nas demais regiões do Brasil, o açaí é preparado da polpa congelada batida com xarope de guaraná, gerando uma pasta parecida com um sorvete, ocasionalmente adicionando frutas e cereais. Conhecido como açaí na tigela, é um alimento muito apreciado por frequentadores de academias e desportistas, já que as propriedades estimulantes presentes no fruto são semelhantes às encontradas no café ou em bebidas energéticas. O açaí também ajuda na eliminação de resíduos do corpo, garantindo saúde para seus consumidores.

A polpa do açaí é um ótimo energético, sendo que cada 100 gramas possui 250 calorias. É uma fruta rica em proteínas, fibras, lipídios, vitaminas C, B1 e B2, fósforo, ferro e cálcio.

Apesar do alto teor de gordura do açaí, trata-se em grande parte de gorduras monoinsaturadas (60%) e poliinsaturadas (13%), também presentes no abacate. Estas gorduras são benéficas e auxiliam na redução do colesterol ruim (LDL, melhoram o HDL, contribuindo na prevenção de doenças cardiovasculares como o infarto do coração e previnem, até mesmo obesidade, problemas de memória e fraqueza física). A antocianina, pigmento que tinge os dentes com a cor arroxeada, possui grande capacidade de combate aos radicais livres, moléculas que destroem as células sadias do nosso corpo.

Imagem: google

Molho Vermelho

Gente mil desculpas pela ausência, mas essa semana está muito corrido!!!

No final de semana recebi uma super dica de um programa novo da GNT de culinária. Ele é apresentado pela Bela Gil. Minha prima, que já assistiu o programa e amou, me contou sobre as receitas. Claro que também adorei!

Pra começar, experimentei um molho vermelho feito com beterraba e cenoura!!! Gente, nem preciso falar que ficou divino!!! Não usei com macarrão, fiz um estrogonofe, e ficou muito bom!!!

Espero que aproveitem!!!

Beijos

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Ingredientes:

2 colheres de sopa de azeite de oliva 
3 cenouras, descascadas e cortadas em pedaços médios 
½  beterraba grande, descascada e cortada em pedaços médios 
½ cebola picada 
2 dentes de alho picado  
1 colher de chá de vinagre de maçã ou de arroz
2 colheres de sopa shoyu 
3 copos de água 
1 colher de sobremesa de orégano seco 
1 folha de louro 
1 pitada de noz-moscada
2-3 colheres de chá sal marinho 
½  xícara manjericão fresco picado + 1/4 de xícara para o final

Modo de preparo:
Aqueça o azeite em uma panela de fundo grosso em fogo médio. Adicione a cebola e o alho e cozinhe, mexendo de vez em quando, por 5 minutos, até que as cebolas fiquem translúcidas. Adicione a cenoura, a beterraba, a água, o orégano, a folha de louro, sal, manjericão e tampe a panela. Deixe ferver. Em seguida, abaixe o fogo e cozinhe por cerca de 30 minutos, até que os vegetais estejam bem macios.  Bata a mistura com um misturador vertical ou um misturador habitual e ajuste o tempero se necessário. Adicione a outra metade do manjericão picado e leve ou fogo por mais 5 minutos e sirva.

Tempo total de preparo do molho vermelho: 
40 minutos
Nível de dificuldade: médio
Rendimento: 6 porções

7 comportamentos dos pais que impedirão seus filhos de se tornarem líderes

pais

Kathy Caprino, que escreve para a Forbes, costumava trabalhar como terapeuta familiar, antes de se tornar coach de carreira e liderança. Nesse longo tempo, em contato com casais, famílias e crianças, Caprino diz ter testemunhado uma variedade de comportamentos funcionais, mas também disfuncionais, por parte dos pais que conheceu. Impedir os filhos de ganhar independência, perseverança e se tornarem os líderes em potencial que são eram práticas frequentes, ainda que inconscientes.

Buscando informações sobre o assunto, Kathy se deparou com os livros do Dr. Tim Elmore, escritor e fundador de uma organização que busca empoderar jovens através de um trabalho de mentoria. O especialista confirmou suas constatações: muitos pais têm tratado suas crianças e adolescentes com mimos e comportamentos super-protetores, impedindo seu crescimento pessoal e podando suas capacidades de liderança – de si mesmos e de empreendimentos ao redor do mundo.

Aqui estão 7 desses comportamentos, identificados por Elmore, e que devem ser evitados se você quer que seu filho se torne um líder capaz:

1. Não deixar as crianças se arriscarem

O medo de perdê-las nos leva a fazer tudo o que podemos para protegê-las. Isso é correto e de fato uma responsabilidade dos pais, mas há riscos saudáveis e que precisam ser permitidos. Psicólogos europeus descobriram que crianças que não podem brincar fora de casa e que nunca chegam a se machucar de leve (sofrer uma queda, por exemplo) frequentemente desenvolvem fobias na idade adulta. Não permitir que adolescentes sofram o fim de um relacionamento amoroso ou que crianças caiam algumas vezes, aprendendo que é normal, provavelmente gerará adultos arrogantes (que não sabem lidar com as falhas) e com baixa autoestima.

2. Correr ao seu socorro muito rápido

Quando cuidamos de todos os problemas e enchemos as crianças de excessivos cuidados, deixamos de ensiná-las a tomar iniciativa e enfrentar suas dificuldades. É necessário que elas aprendam a caminhar sozinhas, para que se tornem líderes. Do contrário, serão adultos acomodados e inconsequentes.

3. Elogiar com facilidade

Não há problemas em elogiar os filhos quando eles merecem, mas a política de que “todos são vencedores” pode ser prejudicial, em longo prazo. É importante fazer com que seu filho se sinta especial, mas elogiá-lo sem critério, deixando de lado comportamentos errados, lhe ensinará a mentir, exagerar e trair, por medo de enfrentar a realidade como ela é e de causar decepção ao admití-la.

4. Deixar a culpa ser um obstáculo para a boa liderança

Seus filhos não precisam amar você todos os minutos de suas vidas. Eles conseguirão lidar com decepções, mas não com o fato de serem mimados. Por isso diga “não” ou “agora não” e deixe que eles lutem por aquilo que realmente valorizam e precisam.

5. Não compartilhar nossos erros

Adolescentes saudáveis desejarão fazer as coisas do seu jeito, e nós como adultos temos que permitir isso, o que não significa que não possamos ajudá-los. Compartilhar erros do passado pode gerar um sentimento de identificação e orientar seus filhos a escolherem melhor. Você não é o único a influenciar seu filho, então busque ser a melhor influência.

6. Confundir inteligência, talento e influência com maturidade

A inteligência é muitas vezes usada como uma medida da maturidade de uma criança, e, como resultado, pais costumam deduzir que uma criança inteligente está pronta para o mundo, o que não é necessariamente verdade. Para decidir quando soltar mais seus filhos e dar-lhes mais independência, observe outras crianças da idade deles, e veja como responde às pequenas responsabilidades que lhes forem dadas. Não apresse nem atrase esta independência!

7. Não fazer o que dizemos

Como pais, é nossa responsabilidade dar o exemplo de vida que queremos que nossos filhos vivam, ajudando-lhes a construir um bom caráter e a serem responsáveis em todos os aspectos. Como líderes de nossas casas, podemos começar por falar apenas com honestidade, sem hipocrisia ou mentiras (nem mesmo aquelas mais simples). Observe suas ações e escolhas éticas; seu filho, com certeza, as estará observando.

Com informações da Forbes

Redução de Sódio nos alimentos

Sabe aquela frase “antes tarde do que nunca”?! Pois bem, ela se aplica e muito bem aqui!!!rs O sódio em excesso só prejudica nosso organismo. E hoje em dia, com as facilidades alimentares nos supermercados, o que mais consumimos com esses produtos é o sódio!

sódio

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, juntamente com representantes da indústria alimentícia, assinou, nesta terça-feira (13/12), nova fase do acordo que prevê a redução gradual de sódio em 16 categorias de alimentos. Nesta etapa, serão detalhadas as metas para os alimentos que estão entre os mais consumidos pelo público infanto-juvenil, incluindo sete categorias: batatas fritas e batata palha, pão francês, bolos prontos, misturas para bolos, salgadinhos de milho, maionese e biscoitos (doces ou salgados). O documento define o teor máximo de sódio a cada 100 gramas em alimentos industrializados. As metas (ver no fim do texto) devem ser cumpridas pelo setor produtivo até 2014 e aprofundadas até 2016.

A redução do consumo de sódio no Brasil é uma das estratégias do governo federal para o enfrentamento às doenças crônicas, como hipertensão arterial e doenças cardiovasculares. “Esta segunda etapa do acordo reforça o projeto conjunto entre governo e indústrias para respeitar a recomendação de consumo máximo da Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de menos de 5 gramas de sal diários por pessoa, até 2020”, considera o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. A hipertensão arterial atinge 23,3% da população adulta brasileira (maiores de 18 anos), de acordo com o estudo Vigilância de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel/2010). Já as doenças cardiovasculares foram responsáveis por 319 mil óbitos em todo o país, em 2009.

PREOCUPAÇÃO – De acordo com dados do IBGE, o consumo individual de sal, apenas nos domicílios brasileiros, foi de 9,6 gramas diários, enquanto o consumo total foi estimado em aproximadamente 12g diários, o que representa mais do que o dobro do recomendado pela OMS. Esta pesquisa revelou, ainda, que mais de 70% dos brasileiros consomem mais do que 5g de sal ao dia (o equivalente a quatro colheres rasas de café), chegando este percentual a mais de 90%, no caso de adolescentes de 14 a 18 anos e adultos da zona urbana. Os adolescentes brasileiros apresentaram consumo muito mais elevado de alimentos como salgadinhos (sete vezes maior), biscoitos recheados (perto de quatro vezes maior), biscoitos doces (mais de 2,5 vezes maior) e biscoitos salgados (50% maior) em relação aos adultos.

O acordo firmado pelo Ministério da Saúde inclui a Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (Abia), Associação Brasileira das Indústrias de Massas Alimentícias (Abima), Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo) e a Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (Abip).

MONITORAMENTO – Este segundo termo de compromisso também prevê o acompanhamento da utilização de sal e outros ingredientes com sódio pelas indústrias, de forma a assegurar o monitoramento da redução do sódio em alimentos processados. Assim, o acordo determina o acompanhamento das informações da rotulagem nutricional dos produtos e as análises laboratoriais de produtos coletados no mercado e da utilização dos ingredientes à base de sódio pelas indústrias. Além do Ministério da Saúde e das associações da indústria alimentícia, o acordo foi assinado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que ficará responsável por monitorar o cumprimento do acordo.

Veja o que estabelece o acordo para as sete categorias de alimentos:

TIPO DE ALIMENTO TEOR ATUAL DE SÓDIO META DE TEOR DE SÓDIO REDUÇÃO
PÃO FRANCÊS 648mg/100g 586mg/ 100g 2,5% ao ano até 2014
BATATAS FRITAS E PALHA 720mg/100g 529mg/ 100g 5% ao ano até 2016
SALGADINHOS DE MILHO 1.288mg/100g 747mg/ 100g 8,5% ao ano até 2016
BOLOS PRONTOS 463mg/100g Entre 204mg/100g e 332g/100g (meta varia conforme o tipo de bolo) 7,5% a 8% ao ano até 2014
MISTURAS PARA BOLOS 568mg/100g 334mg/100g (aerados), 250mg/100g (cremosos) 8% a 8,5% ao ano até 2016
BISCOITOS 1.220mg/100g (salgados), 490mg/100g (doces) e 600mg/100g (doces recheados) 699mg/100g (salgados), 359mg/100g (doces) e 265mg/100g (doces recheados. 7,5% a 19,5% ao ano até 2014
MAIONESE 1.567mg/100g 1.052mg/100g 9,5% ao ano até 2014

Fonte:

http://portal.anvisa.gov.br/wps/portal/anvisa/anvisa/home

Batata Chips de Microondas

As crianças adoram batata frita, mas o óleo sempre é um problema! Mas essa receita é ótima e, o melhor de tudo, sem o óleo!!! Ótima dica para o final de semana!!!

Espero que gostem!!!

batata

Ingredientes

  • 1 Batata média
  • 500ml Água
  • Sal à gosto

Modo de Preparo

  1. Lave bem a batata e corte com a ajuda de um fatiador (ralador), elas devem ficar fininhas
  2. Coloque de molho em água temperada com sal, deixe descansar por 15 minutos
  3. Escorra as batatas e disponha elas em um pano de prato e seque bem
  4. Coloque as fatias de batatas no prato do micro-ondas de forma que fiquem em uma unica camada
  5. Leve para o microondas por 3 minutos em potência alta, parando depois de cada 1 minuto para desgrudar as batatas do prato
  6. Fique de olho, assim que uma batata ficar dourada tire elas do micro-ondas.

Alimentação para crianças de 4 e 5 anos

Alimentação-saudável-infantil

Nosso estilo de vida moderno nos levou à necessidade de refeições práticas e rápidas que, associadas às facilidades tecnológicas, provocaram alterações nos hábitos de vida e no comportamento alimentar de todos. Por isso vivemos, hoje, novos tempos na alimentação infantil

Essa alteração nos costumes alimentares provocou mudanças no estado nutricional das crianças, melhorando os índices de desnutrição. Mas essas mudanças deixou-as mais suscetíveis à obesidade, diabetes e hipertensão arterial, entre outras doenças da modernidade.

Alimentação no pré-escolar

A idade pré-escolar, que vai de dois a seis anos de idade, é considerada uma fase de extrema importância, tanto no que diz respeito ao processo de maturação biológica quanto ao desenvolvimento sociopsicomotor. Além disso, nesta idade a criança começa a criar sua independência e a formar seus hábitos alimentares para toda vida.

Na escola, a criança vai estabelecer seu primeiro contato com refeições fora de casa. Esse contato pode expor a criança a alimentos que, até então, não faziam parte de suas refeições diárias, como doces, balas, bebidas de alto valor calórico e baixo valor energético e outras guloseimas.

É importante que escola e família participem da educação alimentar das crianças, criando atitudes positivas frente aos alimentos e à alimentação; encorajar a aceitação da necessidade de uma alimentação saudável e diversificada, e fazer a criança entender a relação entre a alimentação e a saúde, desenvolvendo hábitos alimentares saudáveis.

Quais os segredos para atingir esses objetivos?

  • Horário para refeições: criar o hábito do café da manhã, almoço e jantar em família certamente irá melhorar o relacionamento familiar, além de propiciar um modelo de comportamento para os filhos. Ninguém vai obrigar o filho a tomar suco de laranja e ao mesmo tempo servir-se de um refrigerante.
  • Contexto familiar, atitudes e estratégia dos pais: as crianças aprendem a respeito do alimento não somente por suas experiências, mas também observando os outros. A família fornece amplo campo de aprendizagem, no qual a alimentação se torna um dos principais focos de interação entre pais e filhos. Os pais e familiares devem cuidar para não criar um ambiente propício à alimentação excessiva ou um estilo de vida sedentário. Pais que comem demais, muito rápido ou ignoram os sinais de saciedade oferecem um pobre exemplo aos seus filhos.
  • Coação e Punição. Estudos sugerem que os alimentos com baixa palatabilidade (como os vegetais) são oferecidos normalmente envolvendo coação e punição para a criança comer. Já os alimentos ricos em açúcar, gordura e sal são oferecidos em um contexto positivo (como recompensa ou em festas), aumentando a preferência por estes. Na medida em que as crianças são pressionadas a comer um determinado alimento que os pais acreditam ser bom para elas, diminui a sua preferência por aquele alimento rico em açúcar e gorduras.
  • Sensação da fome e saciedade. Come, come, come… até quanto? Quem determina quanto? Meio prato ou um prato? A criança precisa desenvolver os sentidos de fome e saciedade. Por exemplo, quando a criança fala que não quer mais comer porque está satisfeita, e os pais dizem “termine o que está no prato”, fica claro para a criança que a sua sensação de saciedade não é relevante para a quantidade de comida que ela precisa consumir.
  • Exposições repetidas aos alimentos de forma divertida e educativa. Não desanime com uma primeira reação negativa ao alimento. Ofereça o mesmo alimento em outra apresentação. Por exemplo: espinafre refogado ou omelete de espinafre ou torta de espinafre ou quiche de espinafre com ricota. Use sua criatividade.
  • Mídia, propaganda e amizades. A tendência das preferências alimentares das crianças conduz ao consumo de alimentos com quantidade elevada de carboidrato, açúcar, gordura e sal, seguido de baixo consumo de vegetais e frutas. Essa tendência é originada na socialização alimentar da criança e, em grande parte, depende dos padrões da cultura alimentar do grupo social ao qual ela pertence.
  • Autoridade, regras e limites. Nunca substitua uma refeição por mamadeiras ou alimentos fora do contexto, como bolos, biscoitos e chocolates. Esses alimentos, além de não fornecerem todos os nutrientes desejados, irão saciar a fome da criança e prejudicar seu apetite para a próxima refeição. Criança com fome come! (sempre falo para as mães que a criança não come por vontade e sim por necessidade!!!)

Algumas dicas:

  • Muita cor e diversão. Ofereça à criança cardápios coloridos e servidos de forma divertida. Você pode criar desenhos ao servir a comida no prato.
  • Tolere um pouco de “bagunça” à mesa. Deixe a criança pegar os alimentos com a mão e brincar com eles. Com esse comportamento, ela desenvolve uma atitude de cumplicidade com o alimento. Na fase pré-escolar ela está aprendendo a usar os cinco sentidos e os alimentos são uma boa e saudável fonte de descobertas.
  • Brinque, você também, com a comida. Se seu filho já cresceu um pouquinho, leve-o para a cozinha e mostre como cozinhar pode ser divertido. Faça pratos coloridos e monte formas variadas como bolinhos, tortas, enrolados, panquecas e por aí vai. Solte a sua imaginação!
  • Receitas para variar o cardápio. Misture alimentos que a criança gosta com outros que ela ainda não conhece. Alguns pratos normalmente fazem a alegria das crianças e ajudam a diversificar as refeições: omeletes servidas com seleta de legumes e arroz; as tradicionais e saborosas tortas de liquidificador, recheadas com carne ou frango e quatro tipos de legumes; panquecas recheadas com carne moída, mandioca cozida e picada, vagem em tiras e tomates em cubos (depois de enroladas, polvilhe queijo ralado e gratine no forno).

Fazer boas escolhas alimentares é um processo complexo e tem consequências a curto e longo prazo para a saúde. Não é fácil, mas uma educação alimentar bem feita na infância fará de seus filhos adultos mais saudáveis, vivendo com mais qualidade.

E não esqueçam: SOMOS EXEMPLOS PARA NOSSOS PEQUENOS SEMPRE!!!

Fonte: Departamento de Pediatria Ambulatorial da SBP

Imagem: google

10 coisas que você deve saber sobre Diabetes Gestacional

Olá!!! Tudo bem com vocês? Espero que sim!!!

Muita gente me pediu para escrever mais dicas e assuntos relacionados às mamães também, por isso resolvi dar algumas dicas sobre diabetes gestacional. Tenho atendido bastante mulheres com esse tipo de diabetes. Vamos ficar atentas e cuidar direitinho, porque assim não tem risco para as futuras mamães e seus bebês!

Beijos e até a próxima!

diabetes-gestacional

1-      Todas as malformações que acontecem nos filhos de mães com diabetes afetam órgãos que se formam nas oito primeiras semanas de vida intrauterina.

2-      Caso a mãe engravide sem uma programação, não há motivo para pânico. O medo e apreensão dificultam o controle da taxa de glicemia no sangue. A melhor saída, em todos os casos, é ter confiança, procurar um médico imediatamente e seguir à risca todo o tratamento.

3-      Bebês nascidos de mães com diabetes podem apresentar um maior risco de desconforto respiratório, macrossomia, policitemia com hiperviscosidade, hipoglicemia, malformações congênitas, hipocalcemia e hipomagnesemia, mas o controle glicêmico adequado durante a gravidez evita estes tipos de complicação.

4-      Muitas mães se sentem culpadas e temerosas de que o filho venha a ter problemas por conta do diabetes, atitude que dificulta o tratamento. É preciso ter pensamento positivo sempre. O apoio da família, e em determinados casos, de um psicólogo são importantíssimos nesta fase.

5-      Até o presente momento, não há estudos que comprovem a segurança de antidiabéticos orais, por isso, não são recomendados para realizar o controle de glicemia das gestantes. Mesmo atravessando a barreira placentária, porém em pouca quantidade, a insulina é o método mais eficaz e indicado pelos médicos para manter a glicemia controladaMulheres diabéticas que usam medicação oral não devem interromper o seu uso até a consulta médica, que deve ser providenciada o mais breve possível

6-      Independente de o parto ser normal ou cesáreo, a mãe tem que ter uma assistência médica constante, pois a necessidade de insulina diminui após o nascimento do bebê, podendo provocar uma hipoglicemia na mãe.

7-      automonitorização glicêmica, que é a prática do paciente diabético de medir e regulamentar a sua própria glicemia através de fitas e/ou aparelhos de uso doméstico, é fundamental na época da gestação. Junto ao pré-natal, é importantíssimo que a futura mamãe o realize constantemente, com orientação médica.

8-      A mulher deve ainda ser incentivada a realizar atividades físicas com exercícios próprios para gestantes, como hidroginástica, caminhadas e aulas de alongamento e relaxamento corporal, porém, sempre respeitando seus limites. Mulheres que não costumam fazer exercícios físicos, devem aguardar a orientação do médico sobre o que podem fazer.

9-      É importantíssimo cuidar da alimentação, praticar exercícios e realizar os exames recomendados, como fundo de olho e microalbuminúria a cada trimestre da gestação, de acordo com a indicação médica.

10-   Na hora de escolher entre o parto normal ou a cesárea, a decisão é da paciente, que pode tirar dúvidas com o médico obstetra. A escolha do tipo de parto vai depender bastante do estado de saúde da mãe e do controle do diabetes. Por isso, há necessidade de uma assistência médica constante, de preferência com um obstetra especializado em gestações de alto risco. Cada vez aumenta o número de partos bem sucedidos de gestante com diabetes, com mãe e bebê perfeitamente saudáveis e sem complicações.