Vamos combinar o mel???

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Como consumir o mel

O mel pode ser utilizado como uma substituição saudável ao açúcar refinado ou com torradas, frutas, iogurtes, sucos e até mesmo na receita de carnes. Devemos evitar seu aquecimento em excesso, pois isto pode reduzir a acidez e a umidade do alimento e causar a perda de alguns nutrientes, fazendo com que o alimento deixe de ter parte de suas propriedades benéficas.

Mel cristalizado: Por ser uma solução rica em açúcar, quando armazenado em temperaturas abaixo da média da colmeia, que é entre 34 e 35 graus, o mel pode cristalizar. Para que ele volte ao estado líquido, sem perder as propriedades nutricionais, a orientação é colocar a quantidade a ser utilizada de mel em um pote em banho-maria a 45 graus durante cinco minutos. Deixe a água esfriar com o pote dentro.

Combinando o mel

Mel + cereais: O mel possui ação prebiótica, ou seja, melhora a microbiota intestinal. Já os cereais, como aveia, são ricos em fibras. Com a microbiota boa, quando a pessoa consumir fibras as bactérias do bem transformam as fibras em ácidos graxos de cadeia curta, que impedem que os micro-organismos ruins do intestino invadam a corrente sanguínea e se espalhem pelo nosso corpo, criando uma defesa indireta.

Mel + leite: A combinação pode ser ótima para melhorar a qualidade do sono, principalmente para quem tem mais dificuldade de desligar o cérebro antes de dormir. A temperatura morna do leite é reconfortante, ajudando o corpo a relaxar. Além disso, os dois alimentos são ótimas fontes de triptofano, aminoácido que melhora o bem-estar e prepara para o sono.

Contraindicações

O mel não deve ser consumido por crianças menores de um ano. Isto porque o alimento pode ter clostridium botulunum, bactéria causadora do botulismo. A doença pode causar problemas de saúde sérios como visão dupla e embaçada, fotofobia, tonturas, boca seca, constipação, comprometimento do sistema nervoso (dificuldades para engolir, falar, se mover) e comprometimento dos músculos respiratórios. Este tipo de bactéria, presente no mel, pode ser prejudicial para crianças com menos de um ano, porque elas não possuem a microbiota intestinal completamente formada. Para os adultos saudáveis esta quantidade de clostridium botulunum não é prejudicial.

Além disso, o mel não é recomendado para pessoas que possuem diabetes. Isto porque este alimento rico em açúcar pode levar a picos de glicemia no organismo. Grávidas também devem ficar atentas ao mel e procurar incluí-lo em uma dieta saudável, a fim de evitar o risco de diabetes gestacional.

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Benefícios do Mel

fresh honey with honeycomb, spices and fruits

Bom para dor de garganta

Sim, nossas mamães estavam certas quando davam esse alimento para melhorar dores de garganta! Como o mel possui ação antimicrobiana, capaz de impedir o crescimento ou destruir micro-organismos, ele é interessante para aliviar a dor de garganta momentaneamente. As característica do mel que fazem com que ele tenha esta ação antibiótica são: o baixo ph, proporcionando um ambiente ácido que pode inibir o desenvolvimento de muitos micro-organismos, pouca quantidade de água, que não proporciona condições favoráveis para o crescimento das bactérias. Além disso, o mel possui o ácido glucônico que contribui para a formação do peróxido de hidrogênio, um poderoso antibactericida.

Bom para problemas respiratórios 

Pesquisas mostraram que bactérias causadoras de algumas doenças são sensíveis a ação antibacteriana do mel. Portanto, ele pode ajudar aliviando os sintomas e o desconforto, mas não promove a cura da doença em si.

Bom para o intestino

O mel pode ser um importante aliado na manutenção da flora intestinal (bactérias boas que temos no intestino!). Contribuindo assim para um melhor trânsito intestinal, a consistência normal das fezes, prevenção de diarreia e constipação.

Com a microbiota boa, quando a pessoa consumir fibras as bactérias do bem transformam as fibras em ácidos graxos de cadeia curta, que impedem que os micro-organismos ruins do intestino invadam a corrente sanguínea e se espalhem pelo nosso corpo, criando uma defesa indireta. Todos estes benefícios ocorrem porque o mel possui carboidratos não digeríveis e oligossacarídeos que são prebióticos, ou seja, contribuem para a manutenção da microbiota intestinal.

Bom para pele

O mel é rico em antioxidantes, como ácidos fenólicos, os flavonoides e os carotenoides. Por isso, o alimento contribui para a diminuição dos radicais livres e assim previne o envelhecimento precoce e contribui para a pele mais bonita e saudável.

Ação antioxidante

Esta ação faz com que o mel ajude a diminuir os radicais livres e assim contribua para evitar o envelhecimento celular, proporcionando uma pele mais bonita e saudável e prevenindo doenças como o Alzheimer, câncer, doenças cardiovasculares, entres outras.

Diminui os riscos de infecção urinária

Alguns estudos apontaram que bactérias causadoras de certas doenças são sensíveis a ação antibacteriana do mel. Entre esses microrganismos estão a streptococcus faecalis, proteus species e pseudomonas aeruginosa, todas elas podem causar a infecção urinária.

Melhora o sono e ajuda a relaxar

O mel estimula a produção de serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer e bem-estar. O alimento é um carboidrato fonte de triptofano, um aminoácido precursor da serotonina, que é o hormônio responsável por baixar os níveis de estresse do organismo, melhorando o bem-estar. O mel tem uma função importante como regenerador da microbiota intestinal, quando combinado aos lactobacilos presentes no intestino. Sabe-se que mais de 90% da serotonina é produzida no intestino, portanto o mel ajuda a manter a integridade intestinal colaborando com uma melhor regulação neuro-endócrina, com mais serotonina e mais disposição e sensação de prazer.

Quantidade recomendada de mel

O quanto consumir de mel por dia pode variar entre uma colher de chá, cerca de 10 gramas, a uma colher de sopa, aproximadamente 25 gramas. É importante ressaltar que este alimento deve ser inserido em uma dieta saudável.

E lembrem-se sempre, que para exercerem todos os benefícios no organismo, esses alimentos que chamamos de funcionais, devem ser consumidos diariamente!

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Principais nutrientes do mel

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O mel conta com boas quantidades de carboidratos (açúcar) e por isso ele é uma ótima e rápida fonte de energia (costumo indicar para atletas antes das atividades físicas!). Ele também possui alguns ácidos orgânicos, sendo que um deles é chamado de ácido glucônico. Esse ácido contribui para a formação do peróxido de hidrogênio, que é um poderoso antibactericida. Além desse peróxido de hidrogênio, o ferro e o cobre, que estão presentes no mel, também contribuem para a ação antimicrobiana.

O ácido glucônico é um forte antioxidante, ou seja, não deixa acontecer oxidações no organismo, prevenindo o envelhecimento e doenças como o Alzheimer, câncer, doenças cardiovasculares, entre outras. O mel ainda conta com grande número de compostos que proporcionam este mesmo benefício. Os ácidos fenólicos, os flavonoides, certas enzimas, como a glicose oxidase, catalase e peroxidase, ácido ascórbico, hidroximetilfurfuraldeído e carotenoides.

O mel conta com carboidratos não digeríveis e oligossacarídeos que são prebióticos. Isto significa que eles contribuem para a manutenção da microbiota intestinal e assim estimulam o trânsito intestinal, cooperam com a consistência normal das fezes, previnem diarreia e constipação.

Este adoçante natural possui potássio, interessante para o equilíbrio da pressão arterial, cálcio, importante para a saúde dos ossos, ferro, necessário para a prevenção da anemia, e outros minerais.

Com todos esses super poderes, você ainda vai deixar esse alimento fora do seu cardápio?! Claro que não!!!

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Que tal um pouco de mel?

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O mel é um produto natural obtido a partir do néctar das flores e de excreções da abelha. Além de ser um ótimo adoçante natural, este alimento é cheio de benefícios porque conta com ação antimicrobiana, capaz de impedir o crescimento ou destruir micro-organismos e assim proteger contra doenças. Ele conta com ação antioxidante e prebiótica. A ação prebiótica modifica o balanço da microbiana intestinal, estimulando o crescimento e a atividade de micro-organismos benéficos. Por ser rico em carboidratos e açúcar, o mel também é uma ótima fonte de energia.

O mel também conta com ação antioxidante e prebiótica, esta última modifica o balanço da microbiana intestinal, estimulando o crescimento e/ou atividade de micro-organismos benéficos. Por ser rico em carboidratos e açúcar o mel é ótima fonte de energia. Mas não é só energia que ele possui! Ele também conta com potássio, magnésio, sódio, cálcio, fósforo, ferro, manganês, cobalto, cobre e alguns outros minerais. Entre estes nutrientes, o potássio é o que está mais presente no mel e é interessante para o equilíbrio da pressão arterial.

Os tipos de mel 
O sabor, aroma e cor do mel variam de acordo com as floradas, definidas a partir do tipo de flor que a abelha coleta o néctar para produzi-lo. Alguns benefícios do mel podem ser mais fortes em determinados tipos do que em outros. Os principais tipos de mel consumidos no Brasil estão listados abaixo:

Mel silvestre: Este é o mais ingerido no Brasil e é proveniente de diversas flores. É considerado interessante para a pele, vias respiratórias, tem efeito antioxidante e propriedades calmantes.

Mel de flor de eucalipto: Possui um sabor mais forte e coloração escura. É interessante para o tratamento auxiliar e alivio de infecções intestinais, vias urinárias e doenças respiratórias.

Mel de assa-peixe: Possui aroma e sabor agradáveis e possui efeito calmante e expectorante.

Mel de flor de laranjeira: Conta com sabor suave e regula a função intestinal e tem efeito calmante. (este é o que eu mais gosto!!!)

Mel de cipó-uva: possui ação antioxidante, especialmente no fígado, por isso pode ajudar a diminuir os efeitos do álcool.

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