PORQUE ESTOU COM FOME?

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Não é sempre que as crianças usam os alimentos apenas para satisfazer a fome. Elas, assim como os adultos, também os usam para satisfazer outras razões, ou seja, comem em resposta às suas emoções e sentimentos. Se o seu filho parece com fome o tempo todo, use as seguintes dicas para ter uma melhor idéia do que está realmente acontecendo.

O que desencadeia a fome?
Se o seu filho está comendo três refeições bem equilibradas e um ou dois lanches por dia, mas ainda assim afirma estar com fome, pode haver outras razões, além da fome física, que faça com que queira comer.

Mas como lidar com isso? Faça as seguintes perguntas:

Meu filho quer comer quando está passando por uma dessas situações?

Tédio
Depressão
Estresse
Frustração
Insegurança
Solidão
Fadiga
Ressentimento
Raiva
Felicidade

Meu filho quer comer em momentos diferentes das refeições regulares e lanches?

Meu filho está comendo em todas as oportunidades que tem?

Meu filho é recompensado com alimentos?

Se a maioria das respostas foi sim, isso pode contribuir para uma futura obesidade do seu filho!

Como podemos melhorar então? Aí vão algumas dicas!

Quando seu filho está fazendo as coisas direito elogie! Palavras de aprovação pode aumentar a auto-estima da criança. Elas também podem ajudar a manter a criança motivada para continuar a tomar as decisões certas, inclusive para a saúde e peso.

Verifique se o seu filho está comendo três refeições bem equilibradas e dois lanches por dia. Isso vai evitar a sensação de fome entre as refeições.

Ajude seu filho a escolher outras coisas para fazer em vez de comer, tais como:

  • Passear com o bichinho de estimação
  • Jogar bola
  • Pular corda
  • Dançar
  • Pintar
  • Desenhar
  • Brincar
  • Empinar pipa
  • Andar de bicicleta
  • Brincar de boneca

Oferecer lanches saudáveis, como vegetais crus, frutas, sopa de legumes, iogurtes, cereais. Guloseimas, tais como batatas fritas e barras de chocolate tem calorias vazias que não vão fazer seu filho se sentir completo.

Você escolhe o lanche! Quando as crianças são autorizados a escolher seus próprios lanches, eles não costumam fazer escolhas saudáveis. Converse com seu filho sobre o porquê de lanches saudáveis ​​são importantes.

Fonte: http://www.healthychildren.org/

Imagem: google

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PAPINHAS DOCES

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CREMINHO DE DAMASCO COM MANGA

Ingredientes:

  • 3 colheres (sopa) de damasco picado
  • 1/2 xícara (chá) de manga tipo Palmer, picada
  • 2 colheres (sopa) de leite em pó recomendado pelo pediatra

Modo de Preparo

Em uma panela, coloque os damascos e cubra com meia xícara (chá) de água. Deixe cozinhar em fogo baixo, com a panela tampada, por cerca de 10 minutos ou até que os damascos estejam macios. Em um prato coloque os damascos e a manga e amasse bem com um garfo. Misture o leite. Sirva.

GOIABINHA CREMOSA

Ingredientes

  • 1 goiaba descascada, sem sementes e picada
  • 1/2 xícara (chá) de suco de laranja lima gelado (100 ml)
  • 2 colheres (sopa) de leite em pó recomendado pelo pediatra

Modo de Preparo

Em um recipiente, amasse a goiaba com um garfo. Misture o suco de laranja e o leite. Sirva.

Imagens: google

CRIANÇA NÃO MORRE DE FOME!!!

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Uma verdade que sempre falo para as mães dos meus pequenos pacientes é que “CRIANÇA NÃO MORRE DE FOME!” Sim, isso mesmo! Elas não morrem de fome. Essa frase deve se tornar uma regra para todas as mamães! Falo isso para que a comida não se torne um instrumento de manipulação infantil. Nossos pequenos (digo nossos porque o meu aqui em casa é fogo! rs) tem uma capacidade enorme de captar o que nos angustia e usar isso para nos manipular.

Toda criança tem seus momentos de fixação por algum alimento (aqui em casa estamos na fase do tomate e pepino), ou então fases em que não quer experimentar novos alimentos, ou até mesmo fases que experimentam de tudo. Mas com certeza essas fazes não são problema, já que passam! O ideal é sempre manter uma dieta saudável no dia a dia da criança.

Mas como fazer quando a criança não quer comer de jeito nenhum? Durante a semana tem-se que manter uma rotina, com as refeições estabelecidas e de preferência no mesmo horário. Se ela não quer almoçar, por exemplo, nada de substituir a refeição por lanchinhos ou leite. Deixe que ela coma somente na próxima refeição e o que já está pré estabelecido. Tenho certeza que fazendo assim, logo a criança aprende e sempre vai comer as refeições como oferecidas.

Atualmente as crianças estão cada dia mais obesas e, ao mesmo tempo, malnutridas. Isso mesmo, apesar do excesso de alimentos, as calorias são vazias, ou seja, sem nenhum nutriente, o que causa a má nutrição! Por isso, vamos cuidar da alimentação dos nossos pequenos, já que somos o que comemos!!!

Imagem: google

Índice Apgar

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Você sabe o que é esse índice? Confesso que quando o Antônio nasceu e o médico disse sobre seu Apgar eu sabia que era importante, mas não tanto! Esse índice ajuda a saber como o bebê está se adaptando nos seus primeiros minutos de vida.

Para um bebê recém nascido, os primeiros 5 minutos de vida são de extrema importância, pois é nesse período que será avaliada sua vitalidade fora do útero. Essa análise pode ser chamada de Escala de Apgar. A cada item é dada uma nota de 0 a 2. Em seguida esses valores são somados e a nota é dada. Um nota entre 7 a 10 no primeiro minuto significa que o bebê nasceu em ótimas condições. Valores mais baixos no primeiro e no quinto minuto podem representar algum tipo de dificuldade de adaptação do bebê à vida fora do da mãe e diferentes graus de asfixia perinatal.

De acordo com a Sociedade de Pediatria de São Paulo, uma criança com patologias cardíacas, portadora de alguma síndrome ou com histórico familiar de diabetes, pode apresentar uma nota mais baixa no teste.

Nota Cor Tônus Muscular Respiração Reflexo Frequência Cardíaca
0 Se estiver muito pálido ou roxo Se o bebê estiver muito molinho ou fraco Se o bebê não chorar Ausência de respostas aos estímulos da sonda nasal Ausência de batimentos cardíacos
1 Boa cor, mas com mãos e pés roxos Se o bebê estiver com flexões nas pernas e nos braços Choro fraco Presença de caretas Menos de 100 batimentos por minuto
2 Completamente rosa Se estiver se movimentando ativamente Choro forte e bom Presença de espirros durante a estimulação Mais de 100 batimentos por minuto

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Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria

Cuscuz de Tapioca

Olá pessoal tudo bem? não sei na casa de vocês, mas aqui a tapioca faz o maior sucesso! De qualquer jeito doce ou salgada! E outro dia procurando mais receitas acabei encontrando essa que fica uma DELÍCIA!!!

Beijos e um ótimo carnaval a todos!!!!

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INGREDIENTES:
– Um litro de leite
– Um vidro pequeno de leite de coco
– Um coco fresco ralado (se não tiver pode ser o de supermercado)
– Três xícaras e meia (ou 500 gramas) de tapioca
– Duas xícaras de açúcar.

MODO DE PREPARO:
Em uma tigela, misture bem: metade do coco ralado, a tapioca e o açúcar. Reserve. Em seguida, misture o leite e o leite de coco numa panela e coloque para ferver. Assim que levantar fervura, desligue. Deixe esfriar um pouco. Misture bem o leite quente com o restante dos ingredientes e transfira para um refratário. Tampe com um pano de prato e deixe descansar por volta de 30 minutos. Cubra com o restante do coco e leve para a geladeira por cerca de duas horas.

Imagem: google

GENÉTICA X AMBIENTE

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Mas o que genética e ambiente tem haver com alimentação? Tudo!

O que será que influencia mais na alimentação do seu bebê, a genética ou os hábitos criados e passados no ambiente em que vivem? Vamos lá então! Primeiro vamos observar uma cena, você já reparou que algumas crianças mamam o leite com mais vontade, enquanto outros levam mais tempo u dão intervalos maiores entre as mamadas? Podemos explicar isso através da genética. Os genes influenciam demais na velocidade com que o bebê mama e também em perceber quando está satisfeito. Um estudo da Sociedade Americana de Nutrição concluiu que o medo de experimentar comidas novas vem, principalmente, da nossa informação genética. As pesquisas tem apontado dois tipos de paladares: um chamado de “superdegustadoras” e o outro de “não degustadoras”. O primeiro desenvolve uma maior sensibilidade para o sabor amargo, enquanto o outro, tem mais resistência para provar novos sabores.

Mas isso tudo é definitivo? Será que meu filho, por ser um “não degustador”, não conseguira experimentar muitos alimentos novos? Há algumas estratégias que podem fazer com que seu filho se abra para novos sabores:

  • Torne a refeição um ponto alto do dia do seu bebê, um tempo para você e ele;
  • Sente-se junto com ele e faça a refeição, mostrando que ela é agradável e prazerosa;
  • Quando for apresentar uma comida nova, apresente e ofereça aos poucos, sem forçar;
  • Quando ele recusar um alimento novo, tente apresentá-lo em outro dia e de outra forma;
  • Se seu filho cuspir os pedação, não fique brava ou faça cara de nojo, isso é uma atitude normal nas experiências;
  • Quanto mais você apresentar comidas novas para seu filho, mais ele vai experimentar e gostar de novos sabores.

Fonte: Revista Pais e Filhos

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Diabetes Gestacional

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Você sabe o que é Diabetes Gestacional? Ela é uma doença atinge cerca de 7% das gestantes. Durante a gravidez, ocorrem adaptações na produção hormonal materna para permitir o desenvolvimento do bebê. A placenta é uma fonte importante de hormônios, e esses hormônios impedem a ação da insulina. A insulina é o hormônio responsável por levar o açúcar da corrente sanguínea para as células do corpo, onde são armazenadas e usadas como fonte de energia.

Como esse açúcar não consegue chegar nas células, o pâncreas tem que produzir uma quantidade maior de insulina para manter a taxa de açúcar do sangue controlada. Em algumas mulheres, entretanto, este processo não ocorre e elas desenvolvem quadro de diabetes gestacional, caracterizado pelo aumento do nível de glicose no sangue. Basicamente é o mesmo processo da diabetes normal.

São considerados fatores de risco para o diabetes gestacional:  Idade materna mais avançada, ganho de peso excessivo durante a gestação, sobrepeso ou obesidade, Síndrome dos ovários policísticos, história prévia de bebês grandes (mais de 4 kg) ou de diabetes gestacional, história familiar de diabetes em parentes de 1º grau , história de diabetes gestacional na mãe da gestante, hipertensão arterial sistêmica na gestação e gestação múltipla (gravidez de gêmeos).

O tratamento costuma ser simples para a maioria das gestantes: alimentação balanceada e atividade física. Com essa dupla, a maioria consegue controlar a doença. Mas uma parcela de aproximadamente 10% das gestantes com diabetes gestacional não conseguem controlar o desequilíbrio e é necessário entrar com uma medicação. Mas isso somente o obstetra que poderá avaliar.

É importante destacar que a maioria das gestações complicadas pelo diabetes, quando tratada de maneira adequada, irá ter um excelente desfecho e os bebês nascerão saudáveis.

Aproximadamente 6 semanas após o parto a mulher que teve diabetes gestacional deve realizar um novo teste oral de tolerância a glicose, sem estar em uso de medicamentos antidiabéticos. O histórico de diabetes gestacional é um importante fator de risco para desenvolvimento de diabetes tipo 2 ao longo da vida adulta e na senilidade.  O aleitamento materno pode reduzir o risco de desenvolvimento de diabetes permanente após o parto.

Imagem: google

Fonte: Sociedade Brasileira de Diabetes