Agrotóxicos

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Agrotóxicos representam um grande grupo de produtos químicos (incluindo herbicidas) projetados para matar ou prejudicar insetos indesejáveis, plantas, fungos e roedores. Eles são usados ​​de várias formas e em diversos lugares, incluindo casas, escolas, parques, gramados, jardins e fazendas. Embora possam matar insetos, roedores, e ervas daninhas, alguns são tóxicos para as pessoas quando consumidos na comida e água. Mais pesquisas são necessárias para determinar, a curto e longo prazo, os efeitos reais dos agrotóxicos sobre os seres humanos. Alguns estudos demonstram relação entre alguns tipos de câncer de infância e uma exposição a alguns agrotóxico, outros estudos não chegaram às mesmas conclusões.

O que se sabe de concreto é que muitos deles perturbam o sistema nervoso dos insetos, dessa mesma forma, pesquisas mostram que eles têm o potencial de causar danos ao sistema neurológico das crianças. Portanto a melhor palavra para nós mamães, em relação aos agrotóxicos é PREVENÇÃO. Tente limitar a exposição desnecessária do seu filho para os agrotóxicos. Para isso você deve:

– Minimizar o uso de alimentos em que os pesticidas químicos foram utilizados pelos agricultores;

– Lave todas as frutas e vegetais com água antes de seu filho consome, se possível deixe de molho nem uma vasilha com água e hipoclorito;

– Para o seu próprio gramado e jardim, use métodos de controle de pragas naturais, sempre que possível.

Com essas atitudes você cuidará do futuro do seu pequeno!!!

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Dieta Vegetariana

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Desde pequeno o Antônio é uma criança que não gosta muito de carne. Ele come, mas muito pouco. Confesso que as vezes ele não quer. Na escola dele, a alimentação é vegetariana e orgânica. Por isso resolvi compartilhar o que seria essa alimentação vegetariana, já que nos últimos anos ela tem crescido em popularidade. Isso porque, desde pequenas, as crianças se tornam mais conscientes de que os animais devem ser mortos para nosso consumo. Esse conhecimento influencia, e muito, para que escolham uma dieta vegetariana.

As dietas vegetarianas tendem a ser ricas em fibras e gordura poliinsaturada, e pobre em colesterol e calorias. Existem vários graus de vegetarianismo, e o rigor da dieta irá determinar se o jovem é vulnerável a deficiências nutricionais. Embora nenhum dos tipos coma carne, aves ou peixe, há outras áreas nas quais eles variam:

Ovo-lacto-vegetarianos: consomem ovos, laticínios e alimentos de origem vegetal.
Lacto-vegetarianos: comem produtos lácteos e alimentos de origem vegetal, mas não ovos.
Vegans: comem apenas alimentos de origem vegetal, sem ovos ou laticínios.

As crianças podem ser bem nutridas em todos os três tipos de dieta vegetariana, mas o equilíbrio nutricional é muito difícil de alcançar se os produtos lácteos e ovos são completamente eliminados. Os vegetarianos, por vezes, consomem quantidades insuficientes de cálcio e vitamina D se remover produtos lácteos de sua dieta. Além disso, por causa da falta de produtos à base de carne, os vegetarianos têm, às vezes, uma ingestão insuficiente de ferro, vitamina B-12 e zinco. Se sua ingestão calórica também é extremamente baixa, isso pode causar um atraso no crescimento normal e ganho de peso.

Apesar de tudo isso, com uma alimentação ajustada, os vegetarianos podem consumir fontes protéicas adequadas. Para isso, você precisa se certificar de que seu filho receba um bom equilíbrio de aminoácidos essenciais. Como orientação geral, o mais indicado é combinar produtos de cereais (trigo, arroz) com as leguminosas (feijão, soja, ervilha). Quando consumidos os dois juntos, eles fornecem uma mistura de qualidade mais elevada no que se diz respeito aos aminoácidos do que quando consumidos sozinhos. Usamos o termo de que “eles se completam”. Por isso a junção arroz com feijão (nossa dobradinha do dia a dia) é tão rica!

Para ajudar na absorção de ferro (já que a melhor fonte desse mineral são as carnes) você pode oferecer ao seu filho frutas cítricas como sobremesa. Opções como laranja, morango, kiwi, tangerina, são ótimas fontes de vitamina C, a qual ajuda na absorção do ferro. Outro nutriente que também ajuda no aproveitamento do ferro pelo nosso organismo, é o ácido fólico. Por isso, o ideal é sempre incluir um vegetal de folha verde escura nas preparações, principalmente no almoço e no jantar.

Com uma boa orientação e uma alimentação equilibrada e variada, seu filho crescerá de forma saudável de qualquer forma. Seja ela com carne ou sem carne!

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Fazendo Escolhas Saudáveis

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Você sabe com garantir uma nutrição adequada para seu filho? Pois bem, resolvi compartilhar alguns princípios para que nós, pais, fiquemos atentos na hora de escolher os alimentos.

Variedade

Seu filho deve consumir uma variedade de alimentos. Como? Escolhendo esses alimentos dos cinco principais grupos de compõem a “Pirâmide Alimentar”. Cada grupo de alimentos fornece nutrientes importantes, incluindo carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais. Estes cinco grupos e porções mínimas típicas são:

Legumes: 3-5 porções por dia.
Frutas: 2-4 porções por dia.
Pão, cereal ou massa: 6-11 porções por dia.
Alimentos ricos em proteínas: 2-3 porções ao dia.
Laticínios: 2-3 porções por dia.

Fibra
A fibra é um componente não digerível, e pode ser encontrada em alimentos como frutas, legumes, pães integrais, cereais, arroz integral, feijão, sementes e nozes. Em adultos, a fibra aumentada tem sido associada com uma redução de problemas gastrointestinais. Em crianças, no entanto, o benefício comprovado da fibra é a sua capacidade de aliviar a constipação, ou seja, ela regula o número de evacuações ao dia e diminui o tempo que o alimento leva para percorrer o caminho através dos intestinos. No entanto, uma vez que as preferências alimentares e hábitos alimentares podem ser estabelecidas no início da vida, e uma vez que alimentos ricos em fibras contêm outros nutrientes, os pais devem incluir esses alimentos na dieta diária das crianças.

Proteína
Seu filho requer proteína para o crescimento e funcionamento do seu corpo, incluindo a construção de novos tecidos e produção de anticorpos que ajudam na batalha contra infecções. Sem aminoácidos essenciais (os blocos de construção das proteínas), as crianças seriam muito mais suscetíveis a doenças graves.

Alimentos ricos em proteínas: Proteína vegetal: feijão, ervilha, soja, grão de bico, lentilha (leguminosas em geral). Proteína animal: carnes, peixe, leite e derivados, ovos. Estes produtos de origem animal contêm proteínas de alta qualidade e uma gama completa de aminoácidos.

Gordura
Os seres humanos não podem viver sem gorduras! Elas são uma fonte concentrada de energia, proporcionando ácidos graxos essenciais que são necessários para uma variedade de processos corporais (metabolismo, coagulação do sangue, e de absorção de vitamina). No entanto, a alta ingestão de gordura pode causar problemas.

Como orientação geral, as gorduras devem compor menos de 30% das calorias na dieta do seu filho.Dê sempre preferência às gorduras que chamamos de “boas”, como azeite de oliva, óleo de canola ou girassol, castanhas.

Açúcar
Mantenha o consumo de açúcar do seu filho em níveis moderados a pequenos. Açúcar tem muitas calorias, as quais chamamos de calorias vazias. Damos esse nome porque eles têm pouquíssimo valor nutricional. Mesmo assim, muitas crianças consomem açúcar em grandes quantidades, como nos refrigerantes, bolachas, sorvetes, achocolatados no lugar do leite, sucos industrializados.

Sal
O sal de mesa, ou cloreto de sódio, pode melhorar o sabor de certos alimentos. No entanto, as pesquisas mostram uma relação entre o sal na dieta e pressão arterial elevada em alguns indivíduos e grupos populacionais, inclusive nas crianças.

O hábito de usar sal extra é adquirido e passado de pais para filhos. Assim, tanto quanto possível, tentar servir as suas crianças alimentos com baixo teor de sal. Na cozinha, o uso de ervas, especiarias, cebola, alho e outros temperos naturais, fazem com que você diminua a quantidade de sal usada.

Por causa das propriedades conservantes de sal, alimentos processados ​​muitas vezes contêm grandes quantidades do mesmo. Por isso evitar alimentos como embutidos, salgadinhos de pacote, macarrões instantâneos, molhos prontos, alimentos em conserva e outros petiscos vão melhorar, e muito, a saúde do seu filho!

Fonte: http://www.healthychildren.org/English/Pages/default.aspx

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Dica, dica, dica!!!

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O Antônio foi para o berçário com 4 meses. Sim, logo que acabou minha licença maternidade tive que optar por isso. Mesmo assim consegui amamentar com leite materno exclusivo pelos 6 primeiros meses. O pediatra indicou a iniciação de sucos e frutas, mas como conseguia tirar o leite e armazená-lo de um dia para o outro, pra mim não foi problema nenhum e pra ele, nem preciso falar o quanto foi ótimo.

Extraia o leite em um dia, armazenava ele em potes esterilizados e guardava na geladeira de um dia para o outro. Sim, era trabalhoso. Esterilizava os potes diariamente, fazia uso da bombinha extratora diariamente (essa recomendo que todas as mamãe tenham, realmente é ótima!), mas tudo isso valeu a pena! E muito!!!!

Hoje em dia há um produto que, com certeza, na próxima gravidez usarei. São os sacos de armazenamento. Eles são resistentes, duráveis e antivazamento. Eles conservam adequadamente o leite materno (como os potes), embora são mais práticos e ocupam menos espaço. São de plástico 100% virgem, livres de bisfenol A, recicláveis e pré-esterelizados. Uma opção a mais para amamentação exclusiva até o sexto mês!

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Saúde Intestinal

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Quando se fala em Saúde Intestinal, na maioira das vezes, associamos esse conceito às bactérias
patogênicas, ou seja, às bactérias ruins que ali habitam. Mas o que esquecemos é que, no intestino, também há inúmeras bactérias que tem efeito positivo na nossa saúde, as quais chamamos de probióticas.

Atualmente, vários estudos indicam que estas bactérias boas ou “probióticas”, podem ajudar a manter um balanço bacteriano saudável (ou seja, mais bactérias boas que ruins!), estimulam a imunidade intestinal e previnem a colonização de organismos patogênicos, que causam distúrbios gástricos e intestinais, como por exemplo diarreias, ajudam na prevenção de alergia, melhoram os movimentos intestinais e também ajudam na melhor absorção de algumas vitaminas.

Para melhorar ainda mais o funcionamento do intestino, temos hoje em dia, alimentos dos grupos de probióticos e prebióticos. Mas você sabe o que é isso?

ALIMENTOS PROBIÓTICOS e PREBIÓTICOS

Os alimentos probióticos nada mais são que alimentos que contêm culturas vivas de microrganismos, como resultado de uma fermentação ou pela adição de culturas. Como exemplo desses alimentos temos os iogurtes, produtos lácteos fermentados. Além destes, atualmente, é possível acrescentar probióticos a alimentos. Como exemplo temos as fórmulas infantis (enriquecidas em
bifidobactérias), ou alguns suplementos alimentares que vem enriquecidos de microrganismos probióticos.

Já o prebiótico nada mais é que um componente alimentar, o qual é usado pela bactéria
como alimento. Uma abordagem que tem sido muito usada é a adição de ingredientes alimentares não digeríveis, como a fibra dietética. Isto porque essa fibra dietética será usada pela bactéria como alimento, fazendo assim com que o intestino funcione melhor e aumente a flora bacteriana boa.

Portanto, seja através de probióticos, prebiótico ou da combinação dos dois, o mais importante é cuidar do funcionamento do intestino, cuidando assim do nosso bem estar de dentro para fora!

Fonte: Gibson GR and Roberfroid MB. (1995) Dietary Modulation of the Human Colonic Microbiota: Introducing the Concept of Prebiotics. J.Nutr.,125:140112.

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BISCOITO DE COCO

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INGREDIENTES:
– Duas xícaras de coco ralado.
– Meia xícara de açúcar de confeiteiro.
– Três ovos.
– Papel Manteiga.

MODO DE USAR:
Pré-aqueça o forno em temperatura média (180°C). Separe a clara dos ovos e misture-as com o açúcar de confeiteiro e coco ralado. Forre uma assadeira com papel manteiga e modele os biscoitos com a mão. Asse por cerca de 10 minutos ou até que eles comecem a dourar. Retire do forno e deixe esfriar completamente.

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