Que tal cozinhar com seu filho?

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Uma das melhores maneiras de familiarizar a criança com boas escolhas alimentares é incentivá-la a cozinhar com você. Deixe que ela se envolver em todo o processo, desde desde a compra dos ingredientes até o preparo e depois a divisão em porções.

Quando você está comprando os alimentos com seu pequeno, explique a importância de fazer escolhas saudáveis dentre várias opções, como por exemplo, porque a escolha de peixe ao invés de carne vermelha, ou a escolha de queijos brancos no lugar dos queijos amarelos, o porque de levar frutas, legumes e verduras.

Na atribuição de tarefas para o seu filho, tenha em mente que elas precisam ser adequadas à idade. Por exemplo, você não entrega a uma crianças de seis anos de idade, uma faca afiada para cortar legumes, mas certamente pode lavar a alface.

DICAS:

Certifique-se de que você estará na cozinha em todos os momentos em que o seu filho está ajudando. NUNCA DEIXE ELE SOZINHO!

Explique como e porque você pesa e mede os ingredientes.

Use as bocas traseiras quando cozinhar no fogão. Certifique-se de que os  cabos das panelas estão voltados para dentro, para que a crianças não possa derrubá-las acidentalmente.

Ensine seu filho a importância do uso de luvas térmicas, e que, quando usando o forno, ele não pode chegar perto.

Desligue o forno e as bocas do fogão assim que terminarem a preparação.

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Agrotóxicos

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Agrotóxicos representam um grande grupo de produtos químicos (incluindo herbicidas) projetados para matar ou prejudicar insetos indesejáveis, plantas, fungos e roedores. Eles são usados ​​de várias formas e em diversos lugares, incluindo casas, escolas, parques, gramados, jardins e fazendas. Embora possam matar insetos, roedores, e ervas daninhas, alguns são tóxicos para as pessoas quando consumidos na comida e água. Mais pesquisas são necessárias para determinar, a curto e longo prazo, os efeitos reais dos agrotóxicos sobre os seres humanos. Alguns estudos demonstram relação entre alguns tipos de câncer de infância e uma exposição a alguns agrotóxico, outros estudos não chegaram às mesmas conclusões.

O que se sabe de concreto é que muitos deles perturbam o sistema nervoso dos insetos, dessa mesma forma, pesquisas mostram que eles têm o potencial de causar danos ao sistema neurológico das crianças. Portanto a melhor palavra para nós mamães, em relação aos agrotóxicos é PREVENÇÃO. Tente limitar a exposição desnecessária do seu filho para os agrotóxicos. Para isso você deve:

– Minimizar o uso de alimentos em que os pesticidas químicos foram utilizados pelos agricultores;

– Lave todas as frutas e vegetais com água antes de seu filho consome, se possível deixe de molho nem uma vasilha com água e hipoclorito;

– Para o seu próprio gramado e jardim, use métodos de controle de pragas naturais, sempre que possível.

Com essas atitudes você cuidará do futuro do seu pequeno!!!

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Fazendo Escolhas Saudáveis

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Você sabe com garantir uma nutrição adequada para seu filho? Pois bem, resolvi compartilhar alguns princípios para que nós, pais, fiquemos atentos na hora de escolher os alimentos.

Variedade

Seu filho deve consumir uma variedade de alimentos. Como? Escolhendo esses alimentos dos cinco principais grupos de compõem a “Pirâmide Alimentar”. Cada grupo de alimentos fornece nutrientes importantes, incluindo carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais. Estes cinco grupos e porções mínimas típicas são:

Legumes: 3-5 porções por dia.
Frutas: 2-4 porções por dia.
Pão, cereal ou massa: 6-11 porções por dia.
Alimentos ricos em proteínas: 2-3 porções ao dia.
Laticínios: 2-3 porções por dia.

Fibra
A fibra é um componente não digerível, e pode ser encontrada em alimentos como frutas, legumes, pães integrais, cereais, arroz integral, feijão, sementes e nozes. Em adultos, a fibra aumentada tem sido associada com uma redução de problemas gastrointestinais. Em crianças, no entanto, o benefício comprovado da fibra é a sua capacidade de aliviar a constipação, ou seja, ela regula o número de evacuações ao dia e diminui o tempo que o alimento leva para percorrer o caminho através dos intestinos. No entanto, uma vez que as preferências alimentares e hábitos alimentares podem ser estabelecidas no início da vida, e uma vez que alimentos ricos em fibras contêm outros nutrientes, os pais devem incluir esses alimentos na dieta diária das crianças.

Proteína
Seu filho requer proteína para o crescimento e funcionamento do seu corpo, incluindo a construção de novos tecidos e produção de anticorpos que ajudam na batalha contra infecções. Sem aminoácidos essenciais (os blocos de construção das proteínas), as crianças seriam muito mais suscetíveis a doenças graves.

Alimentos ricos em proteínas: Proteína vegetal: feijão, ervilha, soja, grão de bico, lentilha (leguminosas em geral). Proteína animal: carnes, peixe, leite e derivados, ovos. Estes produtos de origem animal contêm proteínas de alta qualidade e uma gama completa de aminoácidos.

Gordura
Os seres humanos não podem viver sem gorduras! Elas são uma fonte concentrada de energia, proporcionando ácidos graxos essenciais que são necessários para uma variedade de processos corporais (metabolismo, coagulação do sangue, e de absorção de vitamina). No entanto, a alta ingestão de gordura pode causar problemas.

Como orientação geral, as gorduras devem compor menos de 30% das calorias na dieta do seu filho.Dê sempre preferência às gorduras que chamamos de “boas”, como azeite de oliva, óleo de canola ou girassol, castanhas.

Açúcar
Mantenha o consumo de açúcar do seu filho em níveis moderados a pequenos. Açúcar tem muitas calorias, as quais chamamos de calorias vazias. Damos esse nome porque eles têm pouquíssimo valor nutricional. Mesmo assim, muitas crianças consomem açúcar em grandes quantidades, como nos refrigerantes, bolachas, sorvetes, achocolatados no lugar do leite, sucos industrializados.

Sal
O sal de mesa, ou cloreto de sódio, pode melhorar o sabor de certos alimentos. No entanto, as pesquisas mostram uma relação entre o sal na dieta e pressão arterial elevada em alguns indivíduos e grupos populacionais, inclusive nas crianças.

O hábito de usar sal extra é adquirido e passado de pais para filhos. Assim, tanto quanto possível, tentar servir as suas crianças alimentos com baixo teor de sal. Na cozinha, o uso de ervas, especiarias, cebola, alho e outros temperos naturais, fazem com que você diminua a quantidade de sal usada.

Por causa das propriedades conservantes de sal, alimentos processados ​​muitas vezes contêm grandes quantidades do mesmo. Por isso evitar alimentos como embutidos, salgadinhos de pacote, macarrões instantâneos, molhos prontos, alimentos em conserva e outros petiscos vão melhorar, e muito, a saúde do seu filho!

Fonte: http://www.healthychildren.org/English/Pages/default.aspx

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CRIANÇA NÃO MORRE DE FOME!!!

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Uma verdade que sempre falo para as mães dos meus pequenos pacientes é que “CRIANÇA NÃO MORRE DE FOME!” Sim, isso mesmo! Elas não morrem de fome. Essa frase deve se tornar uma regra para todas as mamães! Falo isso para que a comida não se torne um instrumento de manipulação infantil. Nossos pequenos (digo nossos porque o meu aqui em casa é fogo! rs) tem uma capacidade enorme de captar o que nos angustia e usar isso para nos manipular.

Toda criança tem seus momentos de fixação por algum alimento (aqui em casa estamos na fase do tomate e pepino), ou então fases em que não quer experimentar novos alimentos, ou até mesmo fases que experimentam de tudo. Mas com certeza essas fazes não são problema, já que passam! O ideal é sempre manter uma dieta saudável no dia a dia da criança.

Mas como fazer quando a criança não quer comer de jeito nenhum? Durante a semana tem-se que manter uma rotina, com as refeições estabelecidas e de preferência no mesmo horário. Se ela não quer almoçar, por exemplo, nada de substituir a refeição por lanchinhos ou leite. Deixe que ela coma somente na próxima refeição e o que já está pré estabelecido. Tenho certeza que fazendo assim, logo a criança aprende e sempre vai comer as refeições como oferecidas.

Atualmente as crianças estão cada dia mais obesas e, ao mesmo tempo, malnutridas. Isso mesmo, apesar do excesso de alimentos, as calorias são vazias, ou seja, sem nenhum nutriente, o que causa a má nutrição! Por isso, vamos cuidar da alimentação dos nossos pequenos, já que somos o que comemos!!!

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O PERIGO DO VÍCIO EM REFRIGERANTE

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Os refrigerantes estão espalhados em vários países, sendo uma paixão mundial. Mas essa paixão traz inúmeros riscos para nossa saúde. Isto porque eles trazem substâncias cancerígenas, devido a corantes e outras substâncias químicas. Até aí nenhuma novidade, certo?! Mas você sabe realmente o que o refrigerante faz no nosso organismo??? Vamos a resposta então!!!

DEPOIS DE 10 MINUTOS

Aproximadamente dez colheres de açúcar entram no organismo. Mais de 100% das necessidades diárias totais. Só não há vômito, depois de ingerir um copo de refrigerante, porque o mesmo contém o ácido fosfórico, o qual inibe essa reação. Ele ilude o organismo a achar que há menos quantidade de doce, o que ajuda a mandar o refrigerante para dentro.

20 MINUTOS DEPOIS

Ocorre um salto nos níveis de insulina no sangue.

APÓS 40 MINUTOS

A ingestão de cafeína está finalmente concluída e as pupilas começam a dilatar. A pressão arterial sobe, porque o fígado dispõe mais açúcar na corrente sanguínea. Os receptores de adenosina ficam bloqueados, impedindo assim a sonolência.

DEPOIS DE 45 MINUTOS

O corpo aumenta a produção de hormônio dopamina, que estimula o centro de prazer do cérebro, similar à reação da heroína no organismo.

1 HORA DEPOIS

O ácido fosfórico prende o cálcio, magnésio e zinco no trato gatrointestinal, o que sobrecarrega o metabolismo, diminui a absorção de nutrientes e faz com que aumente a perda de cálcio pela urina.

O entusiasmo que você sentia, passa. O organismo começa a sentir falta do açúcar, o que traz irritabilidade e também preguiça. Os efeitos diuréticos da bebida começa a fazer efeito. Nutrientes importantes como cálcio, zinco, magnésio, sódio entre outros, começam a ser eliminados em maior quantidade. Além de mandar embora também toda a água contida na bebida e um pouco da água que já havia no organismo.

Com tudo isso, será que vale a pena continuar ingerindo esse tipo de bebida???

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A Importância da Saúde Óssea

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A saúde óssea depende de vários fatores: genético, atividade física e ingestão alimentar. Todos  eles podem influenciar na composição dos ossos do corpo. Outro fator que também influencia é a remodelação óssea. Ela nada mais é que a constante formação e reabsorção do tecido ósseo e é a responsável pela renovação do nosso esqueleto.

Nas crianças, a formação óssea é intensa e, portanto, o fator remodelação é determinante para a saúde óssea. Em dois períodos há uma aceleração desse processo: nos dois primeiros anos de vida e na adolescência. Por isso esses dois períodos são importantes para o crescimento de um esqueleto forte e saudável.

A prática da atividade física tem papel fundamental para a saúde óssea, já que ela ajuda na absorção de cálcio pelos ossos. Dos 4 aos 8 anos, é sugerido uma atividade física de alto impacto, como brincadeiras como pular cordas ou esportes coletivos, duas horas na semana.

Na parte alimentar, dois nutrientes importantes são o Cálcio e a Vitamina D.

O Cálcio é o mineral mais abundante no corpo humano, exercendo diversas funções essenciais no organismo, como:

  • Formação e manutenção da massa óssea;
  • Regulação metabólica;
  • Participação no processo de coagulação sanguínea;
  • Transmissão de impulsos nervosos;
  • Divisão celular (contribuindo para o crescimento e desenvolvimento adequados);
  • Contração muscular.

A principal função da vitamina D é manter os níveis de cálcio e fósforo em um estado normal capaz de proporcionar condições à maioria das funções metabólicas.

Ingestão recomendada:

Crianças de 1 a 3 anos:

  • Cálcio: 700 mg/dia
  • Vitamina D: 15 ug/dia

Crianças de 4 a 8 anos:

  • Cálcio: 1000 mg/dia
  • Vitamina D: 15 ug/dia

Dicas de alimentação para pequenos de até 3 anos

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  1. Sempre ofereça alimentos saudáveis, evitando produtos industrializados em geral.

Frutas e legumes cortados em pedaços, sucos naturais, alimentos preparados com temperos frescos, verduras (refogadas ou in natura) sempre são as melhores opções no quesito vitaminas, fibras e sais minerais. Sucos industrializados, além de conservantes, são muito ricos em açúcares.

  1. Mantenha o equilíbrio alimentar.

Energéticos: carboidratos (arroz, macarrão, pães, batatas)

Reguladores: vitaminas, fibras e sais minerais (frutas e legumes)

Construtores: proteínas (carnes, peixes, ovos e leguminosas como o feijão)

Esses 3 grupos alimentares TEM que estar sempre presentes nas principais refeições (café da manhã, almoço e jantar). Devemos sempre lembrar da importância do ferro (feijão, legumes verde-escuros como couve e brócolis) e do cálcio (presente no leite e derivados).

  1. Ofereça alimentos diversificados.

Incentive o consumo de consistências diferentes (purês, alimentos crus) na mesma refeição. Faça com que o prato apresentado seja bastante colorido e com diversas opções. Varie de um para outro dia. Deixe a criança misturar ou não os alimentos, escolher o que quer primeiro, o que não vai ingerir, o que gostou e o que não gostou. Deixe seu pequeno pegar os alimentos, senti-los, sem se preocupar com sujeira.

 

  1. Evitar alguns alimentos nesta fase onde a imunidade está sendo formada é importante.

Ovos crus (mousses que contenham claras cruas), frutos do mar, peixes grandes (como o cação) podem conter mercúrio, café e chás que reduzem a absorção de ferro do organismo (como chá mate, chá verde), sementes como castanhas, amendoins e pipoca, podem causar engasgues.

  1. Cumpra horários das refeições o máximo possível.

O correto é alimentar-se com intervalos de três horas. Refeições mais pesadas como o desjejum, o almoço e o jantar devem ser intercalados por pequenos lanches, incentivando sempre o consumo de frutas frescas, iogurtes e alimentos naturais.

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